O perigo das calçadas estatais para a liberdade individual


O calçadão no Rio é um claro exemplo de urbanismo comunista totalitarista ditatorial autoritário.

Todo nós, de vez em quando, saímos para as ruas. E lá está um artefato bolado pelo Estado para limitar nossas liberdades. Sim, estou falando das calçadas. Essas coisas abomináveis limitam um espaço para caminharmos. Sabemos que isso é errado pois todo o ser humano, por saber andar em diversas direções diferentes e bolar caminhos diferentes, não deve ser limitado a ir e vir em apenas um espaço especial.

Em primeiro lugar não deveriam existir nem mesmo era meio-fio ou faixas de pedestres. Claro, se alguém for proprietário de uma rua e quiser limitar o espaço da pessoa caminhar nela, aí tudo bem, mas devemos lembrar que essa pessoa aceitou pagar e se submeter a isso, então logo não se trata de coerção.

Como todos nós já estamos careca de saber, toda intervenção estatal é maldita, piorando os nossos problemas em vez de solucioná-los e ainda nos “presenteia” sempre com uma nova casta de privilegiados, no caso os pedestres. Por tal motivo, não bastando os faróis autoritários, ainda temos que parar o carro antes da faixa dos privilegiados pedestres e, se você atropelá-los de ódio por tamanha afronta à sua liberdade, você ainda deve socorrê-los e pode acabar preso, ficando explícita a tirania estatal.

A violência estatal sem limites: não contente em cercear nossa liberdade de andar e dirigir onde bem entendermos impondo suas malditas calçadas, tornando os pedestres uma casta privilegiada, o Estado ainda reserva vagas para cadeirantes e idosos, criando mais uma casta de privilegiados.

Hoje vemos TODOS os motoristas obrigados a andarem com seus carros apenas no meio da rua ou estrada. Até mesmo se pararem no acostamento sem motivo emergencial, pasmem, acabam sendo multados. É realmente uma vergonha quando vemos a realidade de perto.

Somos violentamente obrigados a estacionarmos apenas em lugares destinados ao estacionamento e ainda temos que respeitar as vagas para cadeirantes e idosos, outra casta privilegiada criada pelo Estado graças ao discurso vitimista fomentado pelos soças. Atualmente a nossa única solução tem sido os estacionamentos privados, bem melhores do que os públicos, pois pagamos e ainda deixamos nossos veículos, ou os veículos dos nossos pais, em lugar protegido e seguro.

Atualmente a Somália é o país mais próximoo do sonho ancap: você pode ter até um tanque para se locomover onde quiser e sem a limitação das calçadas estatais.

Precisamos lutar contra esse regime coercitivo no qual nos afogam no direito de ir e vir. A menos que a rua seja sua (aí nesse ponto entra a sagrada propriedade privada), ninguém tem o direito de dizer onde acaba e onde termina. O cidadão deve ter o direito irrefutável de estacionar no meio de uma rodovia, ou em cima da calçada; assim como deve ter o direito de dirigir por cima da calçada se assim encontrar a melhor maneira de andar.

Pela liberdade de dirigir e estacionar o meu carro onde eu bem entender e pau no cu do Estado!


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Conde de Wildschönau
Autodidata, aprendeu Economia com Ludovico von Pisses e pelos vídeos do Raphael Magiquete, História com Leandro Narlouco e Filosofia com Ain Randoida e Astrólogo de Cavalo. Qualquer teoria ou argumento soça basta resumir aê que ele refuta. Seu sonho é que o Ancapistão se torne uma realidade, onde poderá ser livre para dirigir bêbado atropelando pobres. Para Wildschönau imposto é roubo, logo se prepara intensamente para o concurso público da Receita Federal, o que o permitirá destruir o Estado por dentro. Também é o fundador do Instituto Liberalouco.